"Passar das palavras aos atos é tudo uma questão de atitude!"

“Senhor, guia-me na tua justiça, por causa dos meus adversários; endireita diante de mim o teu caminho; pois não têm eles sinceridade nos seus lábios; o seu íntimo é todo crime; a sua garganta é sepulcro aberto, e com a língua lisonjeiam. Declara-os culpados, ó Deus; caiam por seus próprios planos. Rejeita-os por causa de suas muitas transgressões, pois se rebelaram contra ti. Mas regozijem-se todos os que confiam em ti; folguem de júbilo para sempre, porque tu os defendes; e em ti se gloriem os que amam o teu nome. Pois tu, Senhor, abençoas o justo e, como escudo, o cercas da tua benevolência” Salmo 5:8-12

Quando os adversários
são uma bênção

No contexto recheado de ódio, mágoa, rancor, indiferença, inimizade, e preconceito, surgem o adversário.
Esses sentimentos têm ocupado lugar nos diversos setores da vida humana após o surgimento do pecado.
O ser humano foi criado a imagem de Deus para viver em sociedade; criado para viver em comunhão uns com os outros, assim como o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Os adversários são uma bênção quando nos aproximam de Deus (Senhor, guia-me...). Na medida em que nos perseguem e enredam, montando-nos armadilhas, demonstram-nos que somos limitados e frágeis, carentes de proteção e orientação. É quando recorremos a Deus com fé e na expectativa de Seu socorro.
Estevão é um exemplo disso, quando na ocasião do martírio, era como se ele dissesse: “Senhor, guia-me, não quero morrer magoado com esse povo que não sabe o que faz, não quero perder minha salvação por um desejo de vingança instalado no íntimo do meu coração”.

Os adversários são uma bênção quando nos estimulam à retidão (endireita diante de mim o teu caminho...). O receio de sermos atingidos em nossas próprias fraquezas leva-nos a uma preocupação mais séria e comprometida com a qualidade de nossa caminhada. Fechamos a porta do pecado e impedimos a entrada de satanás. Santidade é uma das chaves para a vitória.
Ana tinha uma adversária, competidora do seu lado e vivendo debaixo do mesmo teto. Ela não partiu para a queda de braço com Penina e sim correu para os pés do Senhor em oração.
Quem sabe Ana não se preocupara em orar até que apareceu Penina?

Finalmente, os adversários são uma bênção quando nos alimentam a esperança (regozijem todos os que confiam em ti; folguem de júbilo...). Afinal, na luta contra eles descobrimos sua incapacidade de roubar-nos o fundamental. Na luta contra eles descobrimos pela fé que nossa vitória já está garantida.
Josué e Calebe ao voltarem de espiar a terra foram os únicos daquela geração que alimentados de esperança conseguiram usufruir o bem daquela terra.

Coragem! Jesus Cristo enfrentou como ninguém os muitos adversários. Foram inúmeros os seus acusadores. Incontáveis os seus perseguidores. Todos, porém, acolhidos em seu amor e superados em sua comunhão com Deus. Todos perdoados, pois não sabiam nem o que faziam nem o quanto estavam distantes do Pai Eterno, Deus. Que em seu exemplo sejamos firmes. Sim! Firmes Nele, Deus.

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